Não posso deixar de fazer os agradecimentos às pessoas que me ajudaram, fazendo com que esta viagem acontecesse.
Primeiramente devo agradecer a minha esposa que me apoiou muito nesta empreitada, me dando conselhos, sugestões, aturando minha empolgação pré-viagem, não se importando com as horas que fiquei em frente ao computador para poder planejar o roteiro e pesquisar sobre as cidades que iamos passar.
Minha esposa como motociclista que é ajudou-me a preparar os detalhes, os equipamentos para moto, as vestimentas, os produtos de higiene pessoal, os medicamentos para qualquer eventualidade, enfim, agradeço minha esposa que participou ativamente desta viagem, não só na fase pré-viagem, como também durante a viagem, me ligando todos os dias me informando a respeito das questões climaticas das cidades onde iamos passar, me auxiliando quando meu cartão de crédito foi bloqueado, enfim, tenho muito que agradecer imensamente à minha esposa que se demonstrou uma fiel companheira. Amor te amo!!!
Agradeço, também, a minha família, a minha irmã pelos conselhos, pelo apoio, pela força, pela torcida e, principalmente, pelas orações, ah! obrigado pelo kit com óleo e sal abençoados, os quais utilizei e tenho certeza me auxiliaram a enfrentar as dificuldades da estrada. Cá teano!!!
Agradeço, igualmente, ao meu pai pela torcida, pelas orações, pelo apoio, pelas mensagens de celular, seu apoio foi acalentador e meu deu forças para proseguir no meu sonho. Paite amo!!!
Agradeço, também, os meus demais familiares, minhas avós, minhas tias, pelas orações, pelo apoio e pela torcida. Família é tudo amo todos vocês!!!
Por fim, agradeço, ao meus amigos, Célio e Paulo que acreditaram no projeto,acreditaram ser possível cruzar o continente de moto, indo até o ocenao pacífico, bem como agradeço ao grande amigo Amaral, que me transmitiu muitos conhecimentos técnicos a respeito de pilotagem, que apoio o projeto, cadastrando-se, inclusive, como seguidor, que me deu dicas de como percorrer os caracoles. Agradeço, outrossim, ao meu amigo Clayton que tenho certeza torceu muito por mim. Grande abraço amigos!!!
Enfim, agradeço a todos que tiveram envolvidos direta ou indiretamente neste projeto, que em verde era um sonho que hoje transformou-se em realidade, fazendo-me crescer como pessoa e dar valor às coisas que realmente tem valor!!!!
Muitos Abraços a todos e até a próxima!!!!!!
Tirson
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
16º Dia - Joinville - São Paulo
Hoje é o último dia de nossa viagem. Confesso que estou muito ansioso para chegar em casa. É muito bom viajar, mas também é muito bom retornar para casa.
Acordamos meio receiosos quanto a chuva, mas graças a DEUS não estva chovendo. A rodovia (BR116) é uma rodovia complicada com muitas curvas e muitos caminhões, portanto, previamos uma viagem um pouco cansativa.
Saimos do hotel, como disse, sem chuva, abastecemos as motos e pegamos a estrada. Antes de pegar a BR 116, pegamos a BR 101, muito boa, com boas retas deu para desenvolver boa velocidade e a trafegar sem stress.
Porém, quando pegamos a BR116 tinha bastante caminhões e muitas curvas tivemos que ser bem cautelosos, pois os caminhões ligam a seta e entravam sem se importar se você está vindo ou não.
Mas apesar do trafego intenso e do grande número de caminhões a viagem transcorreu tranquilamente, fizemos algumas paradas para reabastecimento e tomarmos uma água.
Até que chegamos a 40km do Rodoanel e fizemos nossa última parada.
Eu e o Paulo nos despedimos, exaltamos as qualidades um do outro, qualidades estas que em verdade se complementaram e permitiram que fizessemos a viagem com tranquilidade, curtindo bastante, com muita segurança e sem nenhuma briga. Enfim o Paulo, foi um ótimo companheiro de viagem.
Nessa ultima parada passou um filme na cabeça:...
...tudo o que enfrentamos, tudo o que vimos, as belas paisagens, a hospitalidade do povo argentino, enfim, todo a acolhida que tivemos, todos os companheiros de estrada que conhecemos, foi tudo ótimo!!!
Muito bem, voltando... nos despedimos e cada qual seguiu seu rumo, já pensando na próxima viagem.
Um Grande abraço a todos!!!!
Tirson
Acordamos meio receiosos quanto a chuva, mas graças a DEUS não estva chovendo. A rodovia (BR116) é uma rodovia complicada com muitas curvas e muitos caminhões, portanto, previamos uma viagem um pouco cansativa.
Saimos do hotel, como disse, sem chuva, abastecemos as motos e pegamos a estrada. Antes de pegar a BR 116, pegamos a BR 101, muito boa, com boas retas deu para desenvolver boa velocidade e a trafegar sem stress.
Porém, quando pegamos a BR116 tinha bastante caminhões e muitas curvas tivemos que ser bem cautelosos, pois os caminhões ligam a seta e entravam sem se importar se você está vindo ou não.
Mas apesar do trafego intenso e do grande número de caminhões a viagem transcorreu tranquilamente, fizemos algumas paradas para reabastecimento e tomarmos uma água.
Até que chegamos a 40km do Rodoanel e fizemos nossa última parada.
Eu e o Paulo nos despedimos, exaltamos as qualidades um do outro, qualidades estas que em verdade se complementaram e permitiram que fizessemos a viagem com tranquilidade, curtindo bastante, com muita segurança e sem nenhuma briga. Enfim o Paulo, foi um ótimo companheiro de viagem.
Nessa ultima parada passou um filme na cabeça:...
...tudo o que enfrentamos, tudo o que vimos, as belas paisagens, a hospitalidade do povo argentino, enfim, todo a acolhida que tivemos, todos os companheiros de estrada que conhecemos, foi tudo ótimo!!!
Muito bem, voltando... nos despedimos e cada qual seguiu seu rumo, já pensando na próxima viagem.
Um Grande abraço a todos!!!!
Tirson
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
15º Pelotas - Joinville
Depois de uma merecida noite de descanso, rumamos até Joinville.
Agora estamos em ritimo de retorno, sem se preocupar em ver as belezas naturais nem curtir os lugares por onde passamos. Ambos estamos ansiosos para chegarmos em nossas casas rever nossas respectivas esposas e nosso familiares.
Como dito o único objetivo agora é chegar em casa, por isso passamos direto por Florianópolis, por balneário Camburiú, nem nos balneários de piçarras e barra velha, que são pertíossimos da rodovia, e que diga-se de passagem são bélissimos nos paramos.
Depois de um dia inteiro de viagem pela rodovia 101, muita boa e sem radar (quer dizer acho eu... tomara, pq senão...), chegamos a Joinville.
E para fechar com chave de ouro, pegamos oprimeiro hotel que vimos. Nossa era um espelunca, até tirei fotos do quarto. Não tinha nem espelho no banheiro e o quarto infestado de pernilongos.
Como tenho uma esposa muito previnida e dedicada, tinha na minha bagagem um inseticida, que aliás, foi providencial.
tomei um banho, enchi o quarto de inceticida e fomos jantar, num lugar bem legal perto do hotel, para se ter uma idéia o valor do jantar por pessoa foi R$30,00 reais, valor superior ao que gastamos na hospedagem por pessoa. Ou seja, não dava para querer muita coisa mesmo né. hahaha
Amanhã tem mais...
Agora estamos em ritimo de retorno, sem se preocupar em ver as belezas naturais nem curtir os lugares por onde passamos. Ambos estamos ansiosos para chegarmos em nossas casas rever nossas respectivas esposas e nosso familiares.
Como dito o único objetivo agora é chegar em casa, por isso passamos direto por Florianópolis, por balneário Camburiú, nem nos balneários de piçarras e barra velha, que são pertíossimos da rodovia, e que diga-se de passagem são bélissimos nos paramos.
Depois de um dia inteiro de viagem pela rodovia 101, muita boa e sem radar (quer dizer acho eu... tomara, pq senão...), chegamos a Joinville.
E para fechar com chave de ouro, pegamos oprimeiro hotel que vimos. Nossa era um espelunca, até tirei fotos do quarto. Não tinha nem espelho no banheiro e o quarto infestado de pernilongos.
Como tenho uma esposa muito previnida e dedicada, tinha na minha bagagem um inseticida, que aliás, foi providencial.
tomei um banho, enchi o quarto de inceticida e fomos jantar, num lugar bem legal perto do hotel, para se ter uma idéia o valor do jantar por pessoa foi R$30,00 reais, valor superior ao que gastamos na hospedagem por pessoa. Ou seja, não dava para querer muita coisa mesmo né. hahaha
Amanhã tem mais...
14º Dia Chuí - Pelotas
O 14º na verdade não começou, ele apenas continuou, pois como dito rodamos a noite inteira e não dormimos.
Exaltos fomos tomar café em um posto. Eumesmotroquei o óleo da moto e depois disso fomos fazer algumas compras, eu acabei não comprando quase nada, o Paulo em compensação comprou quase que uma adega inteira hahaha.
Após as comprar decidimos rodar mais um pouquinho. Grave erro.
Após mais uma hora rodando, isso já lá pras 12:30, eu cochilei em cima da moto, quando acordei tava quase saindo da estrada. Foi DEUS que me acordou, por pouco não saio da estrada. Naquele mesmo momento acelerei a moto alcancei o Paulo e disse a ele que não tinha mais condições de rodar daquela maneira.
Resultado, colocamos a moto numa baixadinha na beira da estrada e tiramos um cochilo de 1 hora.
Foi o suficiente para reabastecermos a energia e rumarmos até Pelotas, onde nos hospedamos e passamos a noite.
É isso gente até breve!!!!
Exaltos fomos tomar café em um posto. Eumesmotroquei o óleo da moto e depois disso fomos fazer algumas compras, eu acabei não comprando quase nada, o Paulo em compensação comprou quase que uma adega inteira hahaha.
Após as comprar decidimos rodar mais um pouquinho. Grave erro.
Após mais uma hora rodando, isso já lá pras 12:30, eu cochilei em cima da moto, quando acordei tava quase saindo da estrada. Foi DEUS que me acordou, por pouco não saio da estrada. Naquele mesmo momento acelerei a moto alcancei o Paulo e disse a ele que não tinha mais condições de rodar daquela maneira.
Resultado, colocamos a moto numa baixadinha na beira da estrada e tiramos um cochilo de 1 hora.
Foi o suficiente para reabastecermos a energia e rumarmos até Pelotas, onde nos hospedamos e passamos a noite.
É isso gente até breve!!!!
11º/12º/13º Buenos Aires
Como decidimos cortar parte do trajeto acabamos ficando com três dias para dar uma de turista mesmo, pois afinal de contas até aqui foi uma viajem quase que exclusivamente de aventura.
Portanto, passamos estes três dias conhecendo a cidade, os locais turísticos, recebemos a dica da dona de um restaurante, por sinal uma tica muito simpática, a respeito de um lugar para se tomar umas cervejas, onde os turistas normalmente não vão.
Fomos até o local e pudemos tomar uma boa cerveja a um preço justo e num ambiente muito legal.
Nestes três dias deu pra conhecer bem a cidade, fomos até um show de tango, conhecemos uma feira de antiguidade, fomo ao museu de arte moderna, enfim, fizemos todos os programas típico dos turistas e pudemos desfrutar de boa comida, bom vinho e da simpatia do povo portenho.
No segundo dia descobrimos que não conseguiriamos embarcar no buquebus que vai até Montevideu. Acabamos decidindo comprar passagem para Colonia Del Sacramento no sábado às 18:45.
No terceiro e ultimo dia em Buenos Aires andamos bastasnte, almoçamos bem, só não deu para ir até uma praça que não me recordo o nome agora, onde iria acontecer a chegada do Dakar, mas tá valendo.
Fomos até o Buquebus encontramos mas três brasileiros que estavam viajando de motocicleta e foi bem legal, pois ficamos uns 40 minutos conversando falando da estrada, falando bobagem, enfim, depois de tanto tempo fora de casa é bem legal encontrar outros brasileiros na mesma situação e com o mesmo meio de transporte hahaha.
Embracamos no buquebus e os três brasileiros ficaram, pois a passagem deles era para o que saia as 20:00.
Já dentro do Buquebus, encontramos outros brasileiros com motocicleta, desta vez dois casais, um de São Paulo e outro de Santa Catarina.
O casal de Santa Catarina fez o trajeto que pretendíamos, foram, até Pucón, subiram no vulcão, enfim, disseram que vale a pena voltar só pra fazer isso (quem sabe ano que vem) hahaa.
Como não pudia deixar de ser, todo mundo sentadinho comportadinho em suas poltronos e os brasileiros motocilcistas fazendo uma algazarra no buquebus, tiramos fotos, conversamos, eu e o Paulo falamos da ausência das respectivas esposas,enfim fizemos uma bagunça total, até que nos demos conta de que precisavamos tirar uma foto com a turma toda reunida, momento em que elegemos um garoto argentino como fotografo oficial, coitado do menino ficou com umas quatro câmeras na mão, hahha, mas o menino e sua família entraram na brincadeira e foi muito legal.
Chegamos em Colonia às 20:00, eu e Paulo decidimos ir para Montevideu. Foi tranquilo, apenas 120km, chegamos rapidamente em Montevideu.
O problema é que não tinha vagas disponíveis nos hoteis fomos em uns 6 até que decidos ir até um hotel que ficava na saida da cidade, uns 10km pra frente. Lá chegando, também não havia vaga, fomos até um outro indicado pelo dono do hotel anterior, e também não tinha vaga, decidimos ir até uma cidadezinha, quase que do interir, chamada San Carlos, certos de que iriamos encontrar una habitacion, mas, mais uma vez não tinha vaga.
Resultado, rodamos a noite inteira até chegarmos no Chuí.
O resto conto no próximo dia...
Portanto, passamos estes três dias conhecendo a cidade, os locais turísticos, recebemos a dica da dona de um restaurante, por sinal uma tica muito simpática, a respeito de um lugar para se tomar umas cervejas, onde os turistas normalmente não vão.
Fomos até o local e pudemos tomar uma boa cerveja a um preço justo e num ambiente muito legal.
Nestes três dias deu pra conhecer bem a cidade, fomos até um show de tango, conhecemos uma feira de antiguidade, fomo ao museu de arte moderna, enfim, fizemos todos os programas típico dos turistas e pudemos desfrutar de boa comida, bom vinho e da simpatia do povo portenho.
No segundo dia descobrimos que não conseguiriamos embarcar no buquebus que vai até Montevideu. Acabamos decidindo comprar passagem para Colonia Del Sacramento no sábado às 18:45.
No terceiro e ultimo dia em Buenos Aires andamos bastasnte, almoçamos bem, só não deu para ir até uma praça que não me recordo o nome agora, onde iria acontecer a chegada do Dakar, mas tá valendo.
Fomos até o Buquebus encontramos mas três brasileiros que estavam viajando de motocicleta e foi bem legal, pois ficamos uns 40 minutos conversando falando da estrada, falando bobagem, enfim, depois de tanto tempo fora de casa é bem legal encontrar outros brasileiros na mesma situação e com o mesmo meio de transporte hahaha.
Embracamos no buquebus e os três brasileiros ficaram, pois a passagem deles era para o que saia as 20:00.
Já dentro do Buquebus, encontramos outros brasileiros com motocicleta, desta vez dois casais, um de São Paulo e outro de Santa Catarina.
O casal de Santa Catarina fez o trajeto que pretendíamos, foram, até Pucón, subiram no vulcão, enfim, disseram que vale a pena voltar só pra fazer isso (quem sabe ano que vem) hahaa.
Como não pudia deixar de ser, todo mundo sentadinho comportadinho em suas poltronos e os brasileiros motocilcistas fazendo uma algazarra no buquebus, tiramos fotos, conversamos, eu e o Paulo falamos da ausência das respectivas esposas,enfim fizemos uma bagunça total, até que nos demos conta de que precisavamos tirar uma foto com a turma toda reunida, momento em que elegemos um garoto argentino como fotografo oficial, coitado do menino ficou com umas quatro câmeras na mão, hahha, mas o menino e sua família entraram na brincadeira e foi muito legal.
Chegamos em Colonia às 20:00, eu e Paulo decidimos ir para Montevideu. Foi tranquilo, apenas 120km, chegamos rapidamente em Montevideu.
O problema é que não tinha vagas disponíveis nos hoteis fomos em uns 6 até que decidos ir até um hotel que ficava na saida da cidade, uns 10km pra frente. Lá chegando, também não havia vaga, fomos até um outro indicado pelo dono do hotel anterior, e também não tinha vaga, decidimos ir até uma cidadezinha, quase que do interir, chamada San Carlos, certos de que iriamos encontrar una habitacion, mas, mais uma vez não tinha vaga.
Resultado, rodamos a noite inteira até chegarmos no Chuí.
O resto conto no próximo dia...
10º San Luis - Buenos Aires
Restavam quase 800km para chegarmos em Buenos Aires, sabíamos que o dia seria puxado e por isso inicamos o dia um pouco mais cedo desta vez. Acordamos as 6:30 para sair as 7:00.
Saimos no horario marcado, pegamos a rodovia ainda mais vazia, a Ruta 7 é muito boa, alguns trechos em reforma mas no geral muito boa. A paisagem é bem parecida com a paisagem que vimos na ida pelas rutas 8 e 148, mas isso não tornou a viagem monótona.
Rodamos bastante chegamos em Buenos Aires por volta das 18:30, rodamos uma meia hora até encontramos um hotel BBC, bom, barato e no centro. Achamos o único problema é que tivemos que pagar adicional de 25 pesos por motocicleta para podermos colocar na cocheira, mas ainda assim valeu a pena.
Tomamos um belo banho, ah... o quarto tinha banheira, comecei a achar que o Paulo tava mal intensionado (foi ele quem viu o quarto)... hahahaha .
Tomei um belo banho de banheira (FRIZE-SE SOZINHO).
Depois disso fomos jantar. Logo de cara pude conferir a beleza arquitetônica da cidade, com prédio imponentes e com uma iluminação que valoriza a obra.
Jantamos e retornamos ao hotel para descansar.
Por hoje é só pe pessoal!!!
Saimos no horario marcado, pegamos a rodovia ainda mais vazia, a Ruta 7 é muito boa, alguns trechos em reforma mas no geral muito boa. A paisagem é bem parecida com a paisagem que vimos na ida pelas rutas 8 e 148, mas isso não tornou a viagem monótona.
Rodamos bastante chegamos em Buenos Aires por volta das 18:30, rodamos uma meia hora até encontramos um hotel BBC, bom, barato e no centro. Achamos o único problema é que tivemos que pagar adicional de 25 pesos por motocicleta para podermos colocar na cocheira, mas ainda assim valeu a pena.
Tomamos um belo banho, ah... o quarto tinha banheira, comecei a achar que o Paulo tava mal intensionado (foi ele quem viu o quarto)... hahahaha .
Tomei um belo banho de banheira (FRIZE-SE SOZINHO).
Depois disso fomos jantar. Logo de cara pude conferir a beleza arquitetônica da cidade, com prédio imponentes e com uma iluminação que valoriza a obra.
Jantamos e retornamos ao hotel para descansar.
Por hoje é só pe pessoal!!!
9º Dia - Santiago - San Luis
Ontem a noite tomamos a decisão de não cumprir parte do trajeto que nos propusemos. Decidimos retirar Pucon e Bariloche do roteiro, pois verificamos que iria ser muito corrido. Além disso, os preços no Chile são bem mais altos do que os práticados na Argentina, por isso decidimos ir diretamente a Buenos Aires.
Começamos o dia sabendo que não copnseguiríamos ir diretamente a capital Argentina, por isso teríamos que ficar em uma cidade no caminho.
Chegar na fronteira entre o Chile o a Argentina foi moleza. Demos sorte, a paísagem estava mais bela do que quando viemos, pois o dia estava mais ensolarado e foi possível ver até alguns picos nevados na Cordilheira.
Pra varia perdemos um bom tempo na aduana, mas até que foi legal, conhecemos alguns caras, nem me lembro a nacionalidade deles, que estavam vindo do Dakar.
Prosseguimos viagem destavez com uma temperatura mais amena, pois como disse o dia estava ensolarado. Como já conheciamos a estrada decidimos enrolar um pouco mais o cabo e foi bem legal fazer as curvas de maneira um pouco mais aldaciosa. Lógico, que um risco calculado, pois em alguns trechos se você erra a curva o destino final é o precipício hahha.
Rodamos bastante, mas não o suficiente para chegarmos em Buenos Aires. Acabamos ficando San Luis, o hotel era uma espelunca, mas o chuveira tava bom.
Acabamos jantando em um restaurante de beira de estrada, bem próximo ao hotel. A comida era muito boa e a cerveja barata.
E assim terminamos o 9º dia.
Abraços!!!!
Começamos o dia sabendo que não copnseguiríamos ir diretamente a capital Argentina, por isso teríamos que ficar em uma cidade no caminho.
Chegar na fronteira entre o Chile o a Argentina foi moleza. Demos sorte, a paísagem estava mais bela do que quando viemos, pois o dia estava mais ensolarado e foi possível ver até alguns picos nevados na Cordilheira.
Pra varia perdemos um bom tempo na aduana, mas até que foi legal, conhecemos alguns caras, nem me lembro a nacionalidade deles, que estavam vindo do Dakar.
Prosseguimos viagem destavez com uma temperatura mais amena, pois como disse o dia estava ensolarado. Como já conheciamos a estrada decidimos enrolar um pouco mais o cabo e foi bem legal fazer as curvas de maneira um pouco mais aldaciosa. Lógico, que um risco calculado, pois em alguns trechos se você erra a curva o destino final é o precipício hahha.
Rodamos bastante, mas não o suficiente para chegarmos em Buenos Aires. Acabamos ficando San Luis, o hotel era uma espelunca, mas o chuveira tava bom.
Acabamos jantando em um restaurante de beira de estrada, bem próximo ao hotel. A comida era muito boa e a cerveja barata.
E assim terminamos o 9º dia.
Abraços!!!!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
8° Dia - Viña Del Mar - Santiago do Chile
Acordamos um pouco mais tarde hoje e iniciamos o dia com o melhor desanuyo até agora. Tinha algumas frutas e pao e suco, para os padoes Argentino/Chileno isto é uma fartura no café da manha.
Após tomarmos café decidimos partir em direcao até Santiago, apenas 120km de Viña.
Muito bem, fechamos a conta do hostal (nao é hotel é casa de família administrada como se hotel fosse) por volta das 09:30, a previsao era chegar em Santiago por volta das 11:00.
Porém, eu e o Paulo acabamos nos desencontrando no caminho ele passou um farol e eu acabei ficando, depois nao conseguimos nos encontrar mais, fiquei 1:00 tentando achá-lo, sem êxito. Resolvi partir sozinho até Santiago, detalhe, nos desencontramos porque parei para atender o telefone do gerente do meu banco, pois o meu cartao foi bloqueado e eu precisava resolver urgente essa questao já que corria o risco de ficar sem plata (grana).
Outro detalhe, nao consegui configurar o meu GPS para andar no Chile, portanto, me encaminhei até Santiago meio que no risco.
Quando estava chegando em Santiago recebi uma ligacao do Paulo dizendo que estava instalado num hotel em Santiago, parei e ele me deu as coordenadas, coloquei no GPS e vi que estava a apenas 4,8KM de distância do hotel.
Ou seja, no final das contas deu tudo certo. Depois disso fui tratar de resolver a questao do cartao e o Paulo foi trocar o óleo da moto. Eu consegui resolver por telefone o Paulo nao conseguiu trocar o óleo, pois a loja da Harley estava fechada.
Resolvemos passear pela cidade e conhecemos um pouco. Ttrata-se de uma cidade muito grande, onde os carros nao respeitam nem um pouquinho uns aos outros, tampouco moto, porém respeitam extremamente os pedestres, os prédios sao muito bonitos e a cidade muito limpa e com muita variedade de coisas para se fazer, é bem parecida com Sao Paulo, mas bem mais arborizada e limpa.
Estou tendo mais facilidade para entender os chilenos do que tive para entender os argentinos.
Saimos a noite demos uma volta pela cidade, que a noite também é muito linda.
é isso...
Grande Abraco a todos
Tirson
Após tomarmos café decidimos partir em direcao até Santiago, apenas 120km de Viña.
Muito bem, fechamos a conta do hostal (nao é hotel é casa de família administrada como se hotel fosse) por volta das 09:30, a previsao era chegar em Santiago por volta das 11:00.
Porém, eu e o Paulo acabamos nos desencontrando no caminho ele passou um farol e eu acabei ficando, depois nao conseguimos nos encontrar mais, fiquei 1:00 tentando achá-lo, sem êxito. Resolvi partir sozinho até Santiago, detalhe, nos desencontramos porque parei para atender o telefone do gerente do meu banco, pois o meu cartao foi bloqueado e eu precisava resolver urgente essa questao já que corria o risco de ficar sem plata (grana).
Outro detalhe, nao consegui configurar o meu GPS para andar no Chile, portanto, me encaminhei até Santiago meio que no risco.
Quando estava chegando em Santiago recebi uma ligacao do Paulo dizendo que estava instalado num hotel em Santiago, parei e ele me deu as coordenadas, coloquei no GPS e vi que estava a apenas 4,8KM de distância do hotel.
Ou seja, no final das contas deu tudo certo. Depois disso fui tratar de resolver a questao do cartao e o Paulo foi trocar o óleo da moto. Eu consegui resolver por telefone o Paulo nao conseguiu trocar o óleo, pois a loja da Harley estava fechada.
Resolvemos passear pela cidade e conhecemos um pouco. Ttrata-se de uma cidade muito grande, onde os carros nao respeitam nem um pouquinho uns aos outros, tampouco moto, porém respeitam extremamente os pedestres, os prédios sao muito bonitos e a cidade muito limpa e com muita variedade de coisas para se fazer, é bem parecida com Sao Paulo, mas bem mais arborizada e limpa.
Estou tendo mais facilidade para entender os chilenos do que tive para entender os argentinos.
Saimos a noite demos uma volta pela cidade, que a noite também é muito linda.
é isso...
Grande Abraco a todos
Tirson
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
7° Dia - Mendoza - Viña Del Mar
Neste dia acordamos atrasados e acabamos saindo um pouco mais tarde do que o previsto.
Pegamos estrada com uma chuvinha bem fina, mas foi tranquilo.
Esse dia é o que prometia ser um dos pontos altos da viagem, pois iriamos cruzar a Cordilheira dos Andes, passar pelo Aconcagua e terminar a viagem no oceano pacífico.
Muito bem, a estrada e estava muito bem conservada e com poucos carros deu pra desenvolver uma boa velocidade, um 100km depois que saimos de Mendosa a paisagem comecou a ficar linda, muitos picos, uma estrada cheia de curva que beira estes picos, com muitos tuneis e que por vezes passava por dentro da montanha, além da companhia do rio de desgelo que passa a direita, enfim um visual belíssimo.
Quando estavamos a aproximadamente 50km da Cordilheira o tempo mudou completamente, comecou a esfriar muito e tivemos que parar para colocar 2°pele e nos prepararmos para o frio maior.
Depois de devidamente preparados comecamos a subir em direcao a Cordilheira dos Andes até chegar a 2998 metros de altitude, onde estava muito frio e muito humido.
Passamos pela Cordilheira, visual belíssimo, e chegamos ao túnel Cristo Redentor com aproximadamente 4 km de extensao.
Depois disso voltou a fazer calor e a paisagem continuou belissíma, porém a estrada comecou a ter uma série de desvios nao asfaltados o que dificultou um pouco a viagem, mas deu tudo certo,
O problema maior foi a aduana Chilena, ao contrário do que aconteceu na entrada na Argentina, no Chile houve muita burocracia, muito preenchimento de papel, mesmo com passaporte, resumo, ficamos parados uma hora e meia até sermos liberados.
Depois disso prosseguimos com a viagem, porém quando faltava apenas 100km para chegarmos, acabamos errando o caminho e rodamos mas 50km a na direcao contraria a Viña Del mar.
Assim, acabamos o dia com 500km rodados com uma paisagem belíssima em nossas mentes e com muitas fotografias.
Abracos,
Tirson
Pegamos estrada com uma chuvinha bem fina, mas foi tranquilo.
Esse dia é o que prometia ser um dos pontos altos da viagem, pois iriamos cruzar a Cordilheira dos Andes, passar pelo Aconcagua e terminar a viagem no oceano pacífico.
Muito bem, a estrada e estava muito bem conservada e com poucos carros deu pra desenvolver uma boa velocidade, um 100km depois que saimos de Mendosa a paisagem comecou a ficar linda, muitos picos, uma estrada cheia de curva que beira estes picos, com muitos tuneis e que por vezes passava por dentro da montanha, além da companhia do rio de desgelo que passa a direita, enfim um visual belíssimo.
Quando estavamos a aproximadamente 50km da Cordilheira o tempo mudou completamente, comecou a esfriar muito e tivemos que parar para colocar 2°pele e nos prepararmos para o frio maior.
Depois de devidamente preparados comecamos a subir em direcao a Cordilheira dos Andes até chegar a 2998 metros de altitude, onde estava muito frio e muito humido.
Passamos pela Cordilheira, visual belíssimo, e chegamos ao túnel Cristo Redentor com aproximadamente 4 km de extensao.
Depois disso voltou a fazer calor e a paisagem continuou belissíma, porém a estrada comecou a ter uma série de desvios nao asfaltados o que dificultou um pouco a viagem, mas deu tudo certo,
O problema maior foi a aduana Chilena, ao contrário do que aconteceu na entrada na Argentina, no Chile houve muita burocracia, muito preenchimento de papel, mesmo com passaporte, resumo, ficamos parados uma hora e meia até sermos liberados.
Depois disso prosseguimos com a viagem, porém quando faltava apenas 100km para chegarmos, acabamos errando o caminho e rodamos mas 50km a na direcao contraria a Viña Del mar.
Assim, acabamos o dia com 500km rodados com uma paisagem belíssima em nossas mentes e com muitas fotografias.
Abracos,
Tirson
sábado, 8 de janeiro de 2011
6° Mendoza - Mendoza
Hoje tiramos o dia para descansar ficamos o dia todo em Mendoza pela manha tentamos chegar a uma vinicula, porem nao conseguimos, nos perdemos, aí fomos até o museu nacional do vinho guiados pelo GPS, quando lá chegamos, descobrimos que estava em reforma. Aí fomos até um parque que tem aqui que é muito bonito e tem um mirador mui alto, de lá pode-se avistar a cordilheira dos Andes, uma paisagem muito bonita, fisemos um pouco de execício físico subindo até o topo do mirador pelas pedras e tiramos várias fotos.
Depois disso voltamos para o hotel e almocamos, agora iremos tomar um banho e vamos sair para juntar.
Amanha rumaremos até Viña del Mar no Chiel, atravessando a Cordilheira dos Andes, passando pelo Aconcagua !!!
Abracos a todos
Depois disso voltamos para o hotel e almocamos, agora iremos tomar um banho e vamos sair para juntar.
Amanha rumaremos até Viña del Mar no Chiel, atravessando a Cordilheira dos Andes, passando pelo Aconcagua !!!
Abracos a todos
5° Dia Carlos Paz - Mendosa - 680 KM
O 5 dia iniciou-se com alguns afazeres, eu tive que ir trocar o óleo da moto e o Paulo teve que ir ao destista.
A sinpatica dona do hotel recomendou um dentista ao Paulo e ele e enquanto ele foi ao destista eu fui trocar o óleo.
Tive alguns problemas para trocar o óleo, primeiro parei em frente a uma concessionaria que estva fechada, mas já havia um rapaz esperando abrir, comecei a conversar com rapaz até que abriu. O dono da loja falou que faria o servico, eu só deveria aguardar o mêcanico chegar, mas quando ele chegou, foi até amoto deu uma olhada e recusou-se a mexer na moto, alegando que só mexia em moto pequena.
Fui, entao, em um concessionária Honda, também se negaram a mexer, foi aí entao que descobri que eu deveria ir até uma mêcanico particular, passei por um posto de troca de óleo, resolvi parar e orapaz disse que faria o serico, como dizem por aqui, ele cambiou o aceite e o filtro da moto e me cobrou 30 pesos, o euivalente a R$15,00, aí voltei para o hotel para iniciarmos a viagem.
Comecamos guiados pela GPS do Paulo, quando vimos estavamos em Alta Gracia novamente, resolvi perguntar para a policia caminera, fomos mui bem atendidos, todos pararam para nos explicar o caminho até Mendosa, discutimos a respeito das melhores rutas, ganhamos um mapa, enfim, mais uma vez as pessoas foram muita atenciosas.
Retornamos, uns 30km e seguimos viagem. Pensei que tinha pegado retas ecessivas, mas o caminho para Mendosa me mostrou que eu estava equivocado. Neste caminho uma das retas que resolvi calcular, tinha 29km só de reta. sorte que tanto a moto do Paulo quanto a minha tem um equipamento onde você trava o acelarador, porque do contrário ñ ha pulso que aguente.
outro ponto que também é bastante inusitado é o ponto onde subimos uma serra, mas ñ é uma subidinha qualquer ñ, a serra comeca a subir, subir, subir, até que parece que a gente tá nas nuvens. Neste ponto, foi complicado, pq eu estava com a luva meio dedo e conforme foi subindo foi ficando frio, comecou uma neblina muito intensa e comecou uma chuvinha, ñ dava para parar para colocar outra luva tampouco para colocar uma blusa, tive que seguir por aproximadamente 15km nestas condicoes. Subia tanto que resolvi olhar no GPS em qual altitude estavamos e verifiquei que estavamos a 2. 240 metros de altitude.
Depois disso, comecamos a descer e o clima foi comecando a esquentar até ficar calor novamente, estimo que a temperatura nestes 15 km tenha chegado a uma diferenca de 15 graus.
Com a descida a paisagem comecou a mudar e ficou muito bela, resolvemos até parar para tirar umas fotos, coisa que a gente ñ tinha feito até entao, mas a bateria da minha câmera acabou justo nesta hora, acabei tirando algumas fotos pelo celeular.
Depois desse trecho a paisagem comecou a mudar, havia diversas montanhas, muitas arvores e um céu belissímo, a ruta era tao tranquila que comecei a filmar pelo celular.
Chegando na provincia de San Luis, uma antes de mendosa, fomos parados pela guarda caminera, mas surpreendentemente ela (uma guarda mulher), queria saber de onde vinhamos e para onde iriamos, depois disso desejou-nos boa viagerm e seguimos.
Aí venho a pior parte até agora nesta viagem, um trecho de muito vento lateral, minha moto estava muito instavel, resolvemos diminuir a velocidade, aí quando estava tudo bem, ventando, mas tudo bem, a pista deixou de ser dupla e passou a ser pistas simples, o que fez com que o imenso vento já existente e o deslocamento do vento promovido pelos caminhos que passavam em sentido contrário, piorasse ainda mais a estabilidade das motos, mas gracas a DEUS a pista voltou a ser dupla depois de uns 40km, e aí conduzimos mais tranquilamente.
Devido a reducao sensivel na velocidade (questao de seguranca) acabamos rodando a noite por volta de uns 70kms, sorte que aqui o sol se poe muito tarde, neste dia por exemplo o sol de pos as 20.50 da noite, ou seja quase 21.00.
Acabamos chegando ao hotel por volta das 22.00, porem nao tinha vaga, aí um argentino se propos a nos levar para outro hotel onde havia vaga, tivemos que seguir o cara pelas ruas de Mendosa, mas mesmo de moto foi dificil segui-lo, pois o cara era maluco.
Mas acabou que o hotel que ele nos levou de fato tinha vaga e aí pudemos tomar um banho,
Saímos para jantar e tomar umas cervejas, acabamos voltando para o hotel bem tarde.
é isso... muito obrigado pelas mensagens, muito obrigado pelo apoio.
Abracos a todos, fiquem com Deus.
A sinpatica dona do hotel recomendou um dentista ao Paulo e ele e enquanto ele foi ao destista eu fui trocar o óleo.
Tive alguns problemas para trocar o óleo, primeiro parei em frente a uma concessionaria que estva fechada, mas já havia um rapaz esperando abrir, comecei a conversar com rapaz até que abriu. O dono da loja falou que faria o servico, eu só deveria aguardar o mêcanico chegar, mas quando ele chegou, foi até amoto deu uma olhada e recusou-se a mexer na moto, alegando que só mexia em moto pequena.
Fui, entao, em um concessionária Honda, também se negaram a mexer, foi aí entao que descobri que eu deveria ir até uma mêcanico particular, passei por um posto de troca de óleo, resolvi parar e orapaz disse que faria o serico, como dizem por aqui, ele cambiou o aceite e o filtro da moto e me cobrou 30 pesos, o euivalente a R$15,00, aí voltei para o hotel para iniciarmos a viagem.
Comecamos guiados pela GPS do Paulo, quando vimos estavamos em Alta Gracia novamente, resolvi perguntar para a policia caminera, fomos mui bem atendidos, todos pararam para nos explicar o caminho até Mendosa, discutimos a respeito das melhores rutas, ganhamos um mapa, enfim, mais uma vez as pessoas foram muita atenciosas.
Retornamos, uns 30km e seguimos viagem. Pensei que tinha pegado retas ecessivas, mas o caminho para Mendosa me mostrou que eu estava equivocado. Neste caminho uma das retas que resolvi calcular, tinha 29km só de reta. sorte que tanto a moto do Paulo quanto a minha tem um equipamento onde você trava o acelarador, porque do contrário ñ ha pulso que aguente.
outro ponto que também é bastante inusitado é o ponto onde subimos uma serra, mas ñ é uma subidinha qualquer ñ, a serra comeca a subir, subir, subir, até que parece que a gente tá nas nuvens. Neste ponto, foi complicado, pq eu estava com a luva meio dedo e conforme foi subindo foi ficando frio, comecou uma neblina muito intensa e comecou uma chuvinha, ñ dava para parar para colocar outra luva tampouco para colocar uma blusa, tive que seguir por aproximadamente 15km nestas condicoes. Subia tanto que resolvi olhar no GPS em qual altitude estavamos e verifiquei que estavamos a 2. 240 metros de altitude.
Depois disso, comecamos a descer e o clima foi comecando a esquentar até ficar calor novamente, estimo que a temperatura nestes 15 km tenha chegado a uma diferenca de 15 graus.
Com a descida a paisagem comecou a mudar e ficou muito bela, resolvemos até parar para tirar umas fotos, coisa que a gente ñ tinha feito até entao, mas a bateria da minha câmera acabou justo nesta hora, acabei tirando algumas fotos pelo celeular.
Depois desse trecho a paisagem comecou a mudar, havia diversas montanhas, muitas arvores e um céu belissímo, a ruta era tao tranquila que comecei a filmar pelo celular.
Chegando na provincia de San Luis, uma antes de mendosa, fomos parados pela guarda caminera, mas surpreendentemente ela (uma guarda mulher), queria saber de onde vinhamos e para onde iriamos, depois disso desejou-nos boa viagerm e seguimos.
Aí venho a pior parte até agora nesta viagem, um trecho de muito vento lateral, minha moto estava muito instavel, resolvemos diminuir a velocidade, aí quando estava tudo bem, ventando, mas tudo bem, a pista deixou de ser dupla e passou a ser pistas simples, o que fez com que o imenso vento já existente e o deslocamento do vento promovido pelos caminhos que passavam em sentido contrário, piorasse ainda mais a estabilidade das motos, mas gracas a DEUS a pista voltou a ser dupla depois de uns 40km, e aí conduzimos mais tranquilamente.
Devido a reducao sensivel na velocidade (questao de seguranca) acabamos rodando a noite por volta de uns 70kms, sorte que aqui o sol se poe muito tarde, neste dia por exemplo o sol de pos as 20.50 da noite, ou seja quase 21.00.
Acabamos chegando ao hotel por volta das 22.00, porem nao tinha vaga, aí um argentino se propos a nos levar para outro hotel onde havia vaga, tivemos que seguir o cara pelas ruas de Mendosa, mas mesmo de moto foi dificil segui-lo, pois o cara era maluco.
Mas acabou que o hotel que ele nos levou de fato tinha vaga e aí pudemos tomar um banho,
Saímos para jantar e tomar umas cervejas, acabamos voltando para o hotel bem tarde.
é isso... muito obrigado pelas mensagens, muito obrigado pelo apoio.
Abracos a todos, fiquem com Deus.
4° dia - uma cidade a 130 KM de Santa Fe - Carlos Paz
Iniciamos o dia com o desanuyo (desjejum / cafe da manha) do hotel, na argentina o deanuyo eh muito fraco se comparado com o cafe da manha do Brasil, ñ existe aquela mesa farta de paes, doces, bolos, frios, ai que fome..., foi nos servido exatas 8 torradas (quatro para cada um) um potinho de margarina um de geleia uma garrafa termica com agua quente e quatro saquinhos, dois de leite em po e dois de cafe em sache, efim foi horrivel.
Depois disso seguimos viagem pela Argentina. Inicialmente a ideia era ir para Cordoba por isso transitamos pela regiao central da Argentina, onde ñ ha muitas paisagens belas, porem as rutas sao bem conservadas, apesar de serem de pista unica, a grande vantagem em relacao ao Brasil e que ñ tem aqueles remendos horriveis e ha poucos veiculos transitando, alem disso esta regiao eh totalmente plana por isso existem muitas retas de 3 ou 4 km o que possibilita desenvolvermos boas velocidades. E foi isso que fizemos, rodamos a uma media de 140km/h, porem pagamos o preco, pois o consumo de combustivel neste dia foi bem alto.
Tivemos um outro problema que foi em relacao a nafta (gasolina) as estaciones de combustibeles (postos de gasolina) estao com prblemas de abastecimentos e acabou que em um dos postos de combustivel que teriamos que fazer recarga (abastecer), ñ tinha combustivel e a moto do Paulo estava na reserva a algum tempo, passamos um grande aperto, reduzimos a velocidade para 80km/h eu fui na frente dele para reduzir a pressao aerodinamica e fomos bem devagar percorremos mais 40km e no posto seguinte tb ñ tinha combustivel o frentista nos indicou outro a 15km que gracas a DEUS tinha.
Abastecemos e seguimos viagem. Depois de alguns kms rodados e quase chegando em Cordoba resolvemos ir ate Alta Gracia, local onde residia Che Guevara, depois disso reslvemos ñ pernoiotar em Cordoba, acabamos optando por Carlos Paz, uma cidade turistica onde existem diversas atracoes e boa comida.
Neste primeiro dia no territorio Argentino pudemos avaliar a postura do argentino com nos Brasileiros, ñ sei se pq estavamos de moto, mas todas as pessoas com que falavamos e pediamos informacoes e tentavamos nos comunicar com nosso portunhol, eram sempre mui solicitas, mui atenciosas, enfim, tivemos um otimo tratamento.
Alem disso fomos abordados em quase todas as paradas por pessoas que perguntavam de onde estavamos vindo, para onde iriamos, pereguntavam a respeito da moto, enfim, as pessoas ficavam muito curiosas a respeito de nossas motos e de nos.
Acabou que chegamos em Carlos Paz por volta das 19:30, e ficamos em um hotel onde a proprietaria era muito atenciosa. Tomamos um banho e fomos jantar, neste dia aproveitamos para saborear a tradicional parrila argentina. Confesso que esperava mais, mas mesmo assim o jantar foi bom, pois alem da parrila tomamos uma otima Quilmes (cerveja), depois disso fomos até o local onde ficava concentrada a maior parte dos turistas, andamos um pouquinho pelas lojas e tentamos, inclusive, entrar em um cassino, porém como eue estava de bermuda acabamos ñ conseguindo entrar e fomos embora para descansar para o próximo dia (descobri onde fica o acento agudo).
E assim fechamos a o quarto dia.
Abracos a todos!!!!
Depois disso seguimos viagem pela Argentina. Inicialmente a ideia era ir para Cordoba por isso transitamos pela regiao central da Argentina, onde ñ ha muitas paisagens belas, porem as rutas sao bem conservadas, apesar de serem de pista unica, a grande vantagem em relacao ao Brasil e que ñ tem aqueles remendos horriveis e ha poucos veiculos transitando, alem disso esta regiao eh totalmente plana por isso existem muitas retas de 3 ou 4 km o que possibilita desenvolvermos boas velocidades. E foi isso que fizemos, rodamos a uma media de 140km/h, porem pagamos o preco, pois o consumo de combustivel neste dia foi bem alto.
Tivemos um outro problema que foi em relacao a nafta (gasolina) as estaciones de combustibeles (postos de gasolina) estao com prblemas de abastecimentos e acabou que em um dos postos de combustivel que teriamos que fazer recarga (abastecer), ñ tinha combustivel e a moto do Paulo estava na reserva a algum tempo, passamos um grande aperto, reduzimos a velocidade para 80km/h eu fui na frente dele para reduzir a pressao aerodinamica e fomos bem devagar percorremos mais 40km e no posto seguinte tb ñ tinha combustivel o frentista nos indicou outro a 15km que gracas a DEUS tinha.
Abastecemos e seguimos viagem. Depois de alguns kms rodados e quase chegando em Cordoba resolvemos ir ate Alta Gracia, local onde residia Che Guevara, depois disso reslvemos ñ pernoiotar em Cordoba, acabamos optando por Carlos Paz, uma cidade turistica onde existem diversas atracoes e boa comida.
Neste primeiro dia no territorio Argentino pudemos avaliar a postura do argentino com nos Brasileiros, ñ sei se pq estavamos de moto, mas todas as pessoas com que falavamos e pediamos informacoes e tentavamos nos comunicar com nosso portunhol, eram sempre mui solicitas, mui atenciosas, enfim, tivemos um otimo tratamento.
Alem disso fomos abordados em quase todas as paradas por pessoas que perguntavam de onde estavamos vindo, para onde iriamos, pereguntavam a respeito da moto, enfim, as pessoas ficavam muito curiosas a respeito de nossas motos e de nos.
Acabou que chegamos em Carlos Paz por volta das 19:30, e ficamos em um hotel onde a proprietaria era muito atenciosa. Tomamos um banho e fomos jantar, neste dia aproveitamos para saborear a tradicional parrila argentina. Confesso que esperava mais, mas mesmo assim o jantar foi bom, pois alem da parrila tomamos uma otima Quilmes (cerveja), depois disso fomos até o local onde ficava concentrada a maior parte dos turistas, andamos um pouquinho pelas lojas e tentamos, inclusive, entrar em um cassino, porém como eue estava de bermuda acabamos ñ conseguindo entrar e fomos embora para descansar para o próximo dia (descobri onde fica o acento agudo).
E assim fechamos a o quarto dia.
Abracos a todos!!!!
3° Dia - Foz do Iguacu - Santa Fe (AR)
O terceiro dia comecou sem cafe da manha, pois dormimos em um hotel da marinha e o cafe so seria servido as 07.00, porem saimos as 06.30 porque este dia teriamos que cumprir mil quilometros.
Estavas apreensivos com o tramite aduaneiro porque ñ tinhamos feito a carta verde (seguro obrigatorio para veiculos no Mercosul). Seguimos em direcao a aduna brasileira passamos sem problemas, depois seguimos em direcao a aduana argentina e ficamos surpresos porque eles nos pediram so o passaport e o documento da moto, nao pediram carta verde, nao pediram certificado de vacinacao, enfim a moca do giche nao pediu praticamente nada.
Porem, assim que saimos do guiche fomos abordados por 2 fiscais que, em um tom ameacador, questionaram se tinhamos carta verde, dissemos que ñ tinhamos mas que iamos comprar, eles se limitaram a responder que para rodar nas rutas teriamos que ter.
Concluimos, entao, que iriamos ter problemas mais a frente. Resolvemos ñ pegar a ruta em direcao a Santa Fe, sem antes comprar a carta verde, alias tinhamos acordado cedo para isso.
Localizamos uma uma corretora de seguros, mas estava fechada, 2 argentinos disseram que abriria as 08.00, eram 07.45, decidimos esperar os 15 minutos, ficamos esperando mais de 1 hora e nada.
Quando finalmente a corretora abril e fomos atendidos nos demos conta que o fuso horario tinha mudado e estavamos uma hora adiantados, por isso a corretora ainda ñ tinha aberto.
Entao pegamos a ruta (rodovia) em direcao a Santa Fe, tinhamos como certa nossa parada no primeiro posto policial, porem surpreendentemente ñ fomos parados, nem no primeiro nem nos oustros 4 que passamos neste dia.
O dias foi bem corrido, paravamos apenas para abastecer, sequer comemos um lanche na hora do almoco, ja que tinhamos que fazer mil km e ñ queriamos rodar a noite, porem rodamos bastante, ate as 8.30 da noite, detalhe, o sol se pos neste horario, Pegamos um hotel vagabundo, mas deu pra dormir e tinha cocheira (garagem) para as motos.
Este foi o balanco do 3 dia. 915 KM rodados, ñ conseguimos pernoitar em Santa Fe, faltou 130 km
Estavas apreensivos com o tramite aduaneiro porque ñ tinhamos feito a carta verde (seguro obrigatorio para veiculos no Mercosul). Seguimos em direcao a aduna brasileira passamos sem problemas, depois seguimos em direcao a aduana argentina e ficamos surpresos porque eles nos pediram so o passaport e o documento da moto, nao pediram carta verde, nao pediram certificado de vacinacao, enfim a moca do giche nao pediu praticamente nada.
Porem, assim que saimos do guiche fomos abordados por 2 fiscais que, em um tom ameacador, questionaram se tinhamos carta verde, dissemos que ñ tinhamos mas que iamos comprar, eles se limitaram a responder que para rodar nas rutas teriamos que ter.
Concluimos, entao, que iriamos ter problemas mais a frente. Resolvemos ñ pegar a ruta em direcao a Santa Fe, sem antes comprar a carta verde, alias tinhamos acordado cedo para isso.
Localizamos uma uma corretora de seguros, mas estava fechada, 2 argentinos disseram que abriria as 08.00, eram 07.45, decidimos esperar os 15 minutos, ficamos esperando mais de 1 hora e nada.
Quando finalmente a corretora abril e fomos atendidos nos demos conta que o fuso horario tinha mudado e estavamos uma hora adiantados, por isso a corretora ainda ñ tinha aberto.
Entao pegamos a ruta (rodovia) em direcao a Santa Fe, tinhamos como certa nossa parada no primeiro posto policial, porem surpreendentemente ñ fomos parados, nem no primeiro nem nos oustros 4 que passamos neste dia.
O dias foi bem corrido, paravamos apenas para abastecer, sequer comemos um lanche na hora do almoco, ja que tinhamos que fazer mil km e ñ queriamos rodar a noite, porem rodamos bastante, ate as 8.30 da noite, detalhe, o sol se pos neste horario, Pegamos um hotel vagabundo, mas deu pra dormir e tinha cocheira (garagem) para as motos.
Este foi o balanco do 3 dia. 915 KM rodados, ñ conseguimos pernoitar em Santa Fe, faltou 130 km
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
2º Dia de Viagem - Londrina Foz
Pessoal desculpem ñao consegui acessar antes, estou na argentina, o texto ñao sairá correto, pois o teclado é horrivel e o tempo é curto.
O segundo dia começou bem, o Célio novamente acordou no horário, nos arrumamos e partimos por volta das 08 00 horas. A idéia era chegar até foz do iguaçu.
Partimos os três e começamos o dia com bastante sol, a estrada estava ótima e o GPS ñao falhou nos colocou na rota certa.
Como a perna deste trecho era um pouquito maior acabamos por puxar mais, fazendo uma média 130km/h, porém a moto do Célio começou a beber excessivamente o que fez com que tivéssemos que fazer paradas a cada 100km.
Ocorre que em virtude disso o Célio acabou ficando preocupado em ñao atrasar o grupo e aí acabou acontecendo alguns probleminhas.
Primeiro, eu e o Paulo paramos para verificar as informaçoes do GPS, pois parecia que estavamos indo pela rota errada, aí devido a nossa demora de chegar no Célio que ia mais a frente, ele acabou tentanto retornar pelo acostamento na contra-mao e quando foi virar a moto para fazer isto, deixou a moto cair.
Quando cheguei no ponto onde ele estava vi de longe a moto dele caida quase no meio da pista e um caminhao com o pisca alerta ligado. pensei: o caminhao atropelou o Célio, mas nao foi nada disso só um susto.
Prosseguimos, e novamente o Célio ia a frente qunado reslveu entrar em um posto para abastecer. Só que ele entrou muito forte e acabou derrapando e caiu, eu vinha logo atras quando de repente a vistei o Célio para um lado e a moto para o outro, tomei o maior susto.
Resultado: O mata cachorro da moto entortou a pedaleira do freio espanou os parafusos e o Célio teve algumas escoriaçoes no braço, porém o funcionário do posto insisitu em chamar o resgate, quando os enfermeiros chegaram constataram que ele havia sofrido um ferimento profundo no joelho.
Resultado, consertamos a moto dele, parcialmente, e fomos os tres de moto ao hospital. O Célio levou 6 pontos e resolver retornar a Sao Paulo e eu e o Paulo seguimos viagem até Foz com mais ou menos 3 horas de atraso chegamos quebrtados e muito chateados, pois perdemos um compnheiro nessa jornada e ficamos preocupados com o seu retorno.
Esse foi o balanço do dia.
amaha falo sobre o terceiro dia, pois hoje nñao tenho mais tempo, abraços a todos.
Tirson
O segundo dia começou bem, o Célio novamente acordou no horário, nos arrumamos e partimos por volta das 08 00 horas. A idéia era chegar até foz do iguaçu.
Partimos os três e começamos o dia com bastante sol, a estrada estava ótima e o GPS ñao falhou nos colocou na rota certa.
Como a perna deste trecho era um pouquito maior acabamos por puxar mais, fazendo uma média 130km/h, porém a moto do Célio começou a beber excessivamente o que fez com que tivéssemos que fazer paradas a cada 100km.
Ocorre que em virtude disso o Célio acabou ficando preocupado em ñao atrasar o grupo e aí acabou acontecendo alguns probleminhas.
Primeiro, eu e o Paulo paramos para verificar as informaçoes do GPS, pois parecia que estavamos indo pela rota errada, aí devido a nossa demora de chegar no Célio que ia mais a frente, ele acabou tentanto retornar pelo acostamento na contra-mao e quando foi virar a moto para fazer isto, deixou a moto cair.
Quando cheguei no ponto onde ele estava vi de longe a moto dele caida quase no meio da pista e um caminhao com o pisca alerta ligado. pensei: o caminhao atropelou o Célio, mas nao foi nada disso só um susto.
Prosseguimos, e novamente o Célio ia a frente qunado reslveu entrar em um posto para abastecer. Só que ele entrou muito forte e acabou derrapando e caiu, eu vinha logo atras quando de repente a vistei o Célio para um lado e a moto para o outro, tomei o maior susto.
Resultado: O mata cachorro da moto entortou a pedaleira do freio espanou os parafusos e o Célio teve algumas escoriaçoes no braço, porém o funcionário do posto insisitu em chamar o resgate, quando os enfermeiros chegaram constataram que ele havia sofrido um ferimento profundo no joelho.
Resultado, consertamos a moto dele, parcialmente, e fomos os tres de moto ao hospital. O Célio levou 6 pontos e resolver retornar a Sao Paulo e eu e o Paulo seguimos viagem até Foz com mais ou menos 3 horas de atraso chegamos quebrtados e muito chateados, pois perdemos um compnheiro nessa jornada e ficamos preocupados com o seu retorno.
Esse foi o balanço do dia.
amaha falo sobre o terceiro dia, pois hoje nñao tenho mais tempo, abraços a todos.
Tirson
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
1º dia de viagem – Percurso São Paulo – Londrina
Hoje iniciou-se nossa viagem o dia começou tranqüilo o Célio acordou rapidamente, contrariando nossas expectativas. O Paulo também acordou bem rapidinho, detalhe acordamos 06:00hs.
Porém, como foi o primeiro dia acabamos saindo muito tarde de casa, saímos às 08:00, pois o Célio teve que acertar os últimos detalhes para partir.
Fomos em direção à Londrina pela Rodovia Castelo Branco até Ourinhos depois pegamos uma Rodovia Federal até Londrino.
O problema é que pegamos uma chuva torrencial de Tatuí até Ourinhos, a estrada até que estava vazia, porém a chuva fez com que reduzíssemos sensivelmente a velocidade o que fez com que levássemos 08 horas de São Paulo à londrina, chegando por volta das 16:30.
Um pequeno problema na moto do Célio foi ocasionado pela tomada 12 volts que ele instalou. Houve um curto que queimou o farol, porém seguimos viagem e ele conseguiu arrumar a moto numa mecânica perto do hotel que nos hospedamos.
Agora iremos jantar, pois acabamos não almoçando.
Amanhã tem mais....
Grande abraço à todos!!!!
Tirson
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